Trocadalho
Trocadalhos Kléber era fã de trocadilhos desde criança. Seu pai aproveitava seu gosto por F1 para mudar o nome dos pilotos e divertir o jovem: Ayrton Safena; Burrinho Rabichello, etc. O tempo passou e amigos sempre renovavam a lista de trocadilhos de Kléber, alguns obscenos: queijo coalho, virava “queijo c*ralho”, picadinho, “p*rocadinho”. Outros mantinham a inocência da tenra idade: congelado, por exemplo, virava, simplesmente, “cão gelado”. - Algum dia você vai falar isso numa hora inapropriada, alguém lhe avisava, vez ou outra. Mas Kléber, atento, sempre soube quando poderia, ou não, falar seus trocadilhos. Certo ano, durante o natal Kléber dirigia seu carro em direção a uma festa. Preparou um prato de peixe para dividir com o grupo. E, como não bebia uma gota de álcool, Kléber comprou algumas latinhas de sua bebida gasosa preferida, abriu uma, acomodou as outras, e seguiu em frente. Até que em certo momento foi fechado por um Marea velho, pintura desbotada, luz traseira enfraq...